segunda-feira, 25 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

ENEM

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Imagens do Córrego Tereré

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Saiba como fazer um relatório de aula prática

INTRUÇÕES PARA RELATÓRIO BÁSICO DE AULA PRÁTICA

Modelo do relatório da aula

O Relatório da aula é o registro realizado pelo estudante contendo todos os dados, desde a concepção, objetivos, desenvolvimento até os resultados finais e conclusão. Deve conter a descrição detalhada de todas as fases de realização, dos resultados, e as conclusões sobre o projeto. A estrutura básica para relatório exigida segue adiante:

Página 1 - Capa

a) FOLHA DE IDENTIFICAÇÃO

Instituição:
Título da atividade
Nome do(s) Estudante(s) realizador(es) do projeto (por ordem alfabética), um em cada linha
Professor(es) da atividade
Orientador(a) Pedagógica
Período de desenvolvimento do projeto (Data: mês e ano)
Páginas seguintes - Relatório
CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO
A introdução deve explicar o relatório, deve fazer com que a pessoa que irá ler o trabalho compreenda o assunto que será desenvolvido e saiba o que foi investigado pelo grupo. Na introdução, é importante definir o assunto da pesquisa e resumir o caminho seguido por vocês.

CAPÍTULO 2 – OBJETIVOS, QUESTÃO DE PESQUISA E RELEVÂNCIA DA PESQUISA
Neste capítulo, vocês devem apresentar a sua questão de pesquisa, a situação-problema que o seu trabalho pretende responder. Devem apresentar o que pretenderam realizar com a pesquisa e o que esperaram alcançar. Esses objetivos geralmente são escritos com verbos no infinitivo.
Neste capítulo, vocês também devem explicar ao leitor por que resolveram fazer esta pesquisa e qual a sua importância. Apresentem explicações de outros autores sobre a importância do tema escolhido. Podem apresentar as principais idéias dos textos utilizados como embasamento teórico para a pesquisa de vocês.

CAPÍTULO 3 – METODOLOGIA e MATERIAIS
Na metodologia, vocês devem descrever com detalhes como foram realizadas as observações, as coletas de dados e as pesquisas bibliográficas.

CAPÍTULO 4 – OBSERVAÇÃO - APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
Na apresentação dos resultados, vocês devem apresentar tudo o que coletaram de dados e que podem ser expressos em forma de tabelas e gráficos. Neste item, vocês devem descrever os dados obtidos.
Na discussão dos resultados, vocês devem apresentar ao leitor a linha de pensamento do grupo, ou seja, devem apresentar relações entre os resultados encontrados. Podem também comparar os resultados encontrados com resultados de outras pesquisas. Apresentem também possíveis erros que possam ter cometido.

CAPÍTULO 5 - CONCLUSÕES
Devem resumir de maneira breve e específica os seus resultados. Devem esclarecer se o objetivo proposto foi alcançado ou não, pode-se utilizar gráficos e tabelas para explicar os resultados. Esse também é o espaço para sugerir pesquisas futuras sobre o tema.

OBS: Copie as paginas seguintes para começar seu relatório


ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL FUNDAÇÃO BRADESCO
ESCOLA DE BODOQUENA



















ESCREVA AQUI O TÍTULO DO SEU TRABALHO












Alunos:
Ankff Fnqjfoqa Silva , 1º Médio X
Bfsekafh Gjagropdf Lima 1º Médio X
Chnga D. Souza 1º Médio X




Professor(a) Mmmmmmmm. Ffffffffffff
Orientador(a): Aaaaaaaa Cccccc Mmmmmm






Miranda, xx de mês de 2009

Introdução






Objetivos






Metodologia e Materiais







Observação









Conclusões

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Recordações




Trabalho de Química 2° Bimestre 2º Medio 2009

Roteiro de atividades
A Indústria Química, é um setor que se ocupa das transformações químicas em grande escala. As atividades da indústria química são a extração e o processamento das matérias-primas, tanto as naturais como as sintéticas, e a sua transformação em outras substâncias, com características distintas das que tinham antes.

As indústrias químicas podem ser classificadas em duas categorias, a saber: indústrias químicas de base e indústrias químicas de transformação. As que se incluem na primeira categoria trabalham com matérias-primas naturais e fabricam produtos simples, semi-elaborados. Estes servem como o ponto de partida para a operação das que fazem parte da segunda categoria. As indústrias de base situam-se perto das fontes de suprimentos. Um exemplo de indústria química de base é a fabricação de álcool por fermentação de açúcares. As indústrias químicas de base obtêm suas matérias-primas do ar (oxigênio e nitrogênio), da água (hidrogênio), da terra (carvão, petróleo e outros minerais) e da biosfera (borracha, gorduras, madeira e alcalóides, entre outras).

As indústrias químicas de transformação convertem os produtos semi-elaborados em outros, que podem ser enviados diretamente para o mercado consumidor ou, ainda, utilizados por outros setores industriais.

Tradicionalmente, as operações da indústria química se baseavam em uma simples modificação ou em um aumento das dimensões dos aparelhos usados pelos pesquisadores nos laboratórios. Na atualidade, porém, todo o processo químico é estudado cuidadosamente em laboratório antes que seja convertido em um processo industrial. É desenvolvido gradualmente, utilizando-se, com tal finalidade, plantas-piloto; a grande escala só é adotada após comprovada a rentabilidade.

A transição desde o laboratório até a fábrica é a base da indústria química, que reúne em um só processo contínuo, chamado linha de produção, as operações individuais realizadas de forma independente no laboratório. Essas operações individuais são as mesmas, seja qual for a natureza do material que está sendo processado. Entre os exemplos desses tipos de operação, temos a trituração e moagem de materiais sólidos, o transporte de fluidos, a destilação das misturas de líquidos, a filtragem, a sedimentação, a cristalização dos produtos e a separação de materiais.

2 ANÁLISE DO PROCESSO QUÍMICO

O processo químico acarreta três tipos de problemas que, embora estejam relacionados entre si, dependem de princípios técnicos completamente diferentes. O primeiro tipo de problema está na avaliação dos balanços de matéria e energia do processo e no estabelecimento das tarefas que deverão ser executadas nas diferentes partes da instalação. O segundo tipo é a determinação das características específicas das instalações necessárias para se atingir a meta proposta. Por exemplo: em um laboratório, um líquido inflamável pode ser vaporizado diretamente sobre uma chama, mas, numa indústria, o mesmo procedimento é muito mais complexo e requer tanques metálicos de grandes dimensões, que facilitem a transferência térmica entre a fonte de calor e o líquido a ser vaporizado. O terceiro tipo de problema envolve a escolha de aparelhos e materiais e a integração dos diferentes recursos dentro de um planejamento coordenado. Esses tipos de problemas podem ser, respectivamente, classificados de problemas de processo, de operações básicas e de cálculo de instalações. Os problemas de processo são, em sua maioria, químicos; as operações básicas são principalmente do tipo físico; e os problemas de cálculo das instalações são, em grande parte, mecânicos. No projeto de um processo industrial, nenhum desses problemas pode ser tratado isoladamente.

3 INDÚSTRIAS QUÍMICAS DE INTERESSE

As indústrias químicas de produtos inorgânicos mais importantes são: a de fabricação de ácido sulfúrico, a de vidro, a de produção de alumínio, de cobre, de ferro e de aço, a de obtenção de amoníaco e adubos nitrogenados e a de fabricação de soda, entre outras. Na área da química orgânica, podem ser destacadas a indústria carboquímica, cuja matéria-prima é o carvão; a petroquímica, que tem no petróleo seu insumo essencial; e, como derivadas das duas, as indústrias de resinas sintéticas e as de fabricação de detergentes.

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Ponto marcante nas transformações químicas é o envolvimento de energia, nas atividades que serão desenvolvidas verificaremos a importância deste fator e como ele age sobre a matéria.

Instrução do relatório.
1° Elabore uma introdução falando sobre a mobilização de energia nos processos de transformações físicas, e fez uma proposta de atividade, na forma de hipótese, para quantificar a quantidade de energia mobilizada.
2° Registre as observações de envolvimento de energia na evaporação de líquidos como o álcool e água
3° Registre em tabela as temperaturas relativas de ebulição da água de meio em meio minuto identificando o momento de inicio da ebulição.
4° Registre os dados da quantidade de energia mobilizada na fusão e solidificação da parafina
5° Elabore um relatório identificando a mobilização de energia em cada processo como endotérmico ou exotérmico.
Associe as mudanças de estado físico à energia cinética entre as partículas e suas distâncias relativas construindo o conceito de força intermolecular.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Trabalho de Biologia 2º Bimestre - 3º Médio


Conteúdo: Biotecnologia e biodiversidade
Objetivo: Pesquisar e construir um folheto de divulgação sobre fitomedicamentos e prevenção de dengue e malária.

Doenças tropicais se proliferam principalmente no verão
Dengue- doença infecciosa tropical e subtropical, caracterizada por febre e dor intensa nas articulações e músculos, inflamação dos gânglios linfáticos e erupção da pele. O agente causador é um vírus transmitido de pessoa a pessoa pelos mosquitos do gênero Aedes, principalmente o Aedes aegypti. Há quatro tipos de vírus causadores da dengue. O nome da doença se deve ao fato de que, ao atacar as articulações, faz o paciente mover-se com um andar requebrado (“dengoso” ou “cheio de dengues”).

O mosquito se infecta ao picar uma pessoa contaminada e, após oito a 11 dias incubando o vírus, pode transmiti-lo a outra pessoa. A forma mais grave da doença é a dengue hemorrágica, que causa hemorragia gastrintestinal e das mucosas e pode provocar choque e até a morte. O vírus responsável pela forma hemorrágica chegou ao Brasil em meados da década de 1980, depois de ter provocado uma epidemia em Cuba.
Aedes aegypti, principal transmissor da dengue e da febre amarela urbana. Oriundo do Velho Mundo, esse mosquito acompanhou o homem em sua migração pelos continentes. Atualmente é considerado um mosquito cosmopolita, encontrado nas regiões tropicais e subtropicais, principalmente em locais de grande concentração humana.

No Brasil, o Aedes aegypti foi introduzido no período colonial e causou sérias epidemias de febre amarela urbana. Em 1955, foi erradicado do país. Contudo, como outros países do continente não tiveram a mesma preocupação, o mosquito foi reintroduzido em 1967, iniciando logo depois uma alarmante propagação da dengue. Hoje, ocorre nos estados litorâneos, no Centro-Oeste, em Minas Gerais e em Tocantins

Doenças emergentes

1 INTRODUÇÃO
Doenças emergentes, moléstias infecciosas que surgiram recentemente na população ou que sempre existiram, mas estão aumentando rapidamente em incidência ou amplitude geográfica. Desde 1973, foram identificados ou registrados mais de 29 novas doenças infecciosas ou microorganismos. A situação se agrava pelo fato de que hoje uma nova moléstia que surja em qualquer parte do mundo pode atravessar para o outro lado do planeta em dias, devido à rapidez das viagens internacionais. Alguns dos exemplos de doenças emergentes são: a pandemia de Aids; a doença de Lyme; a doença do legionário; as febres hemorrágicas causadas pelos vírus Ebola, Machupo e Sabiá; os casos de Creutzfeldt-Jakob possivelmente causados pelo consumo de carne de gado bovino (a chamada síndrome da vaca louca); o reaparecimento do cólera e a explosão da tuberculose multirressistente.
O grande avanço
nos transportes possibilita maior intercâmbio de microorganismos e de seus transmissores.

2 CAUSAS
São diversos os fatores relacionados à emergência de doenças. A ocupação e a exploração pelo homem de áreas anteriormente não habitadas, desequilibrando o ecossistema, levaram aos surtos de febre hemorrágica argentina e boliviana. Práticas médicas contribuíram para a disseminação do vírus Ebola. A guerra e as migrações provocaram um aumento dos casos de leishmaniose visceral. O comportamento humano está associado à explosão das doenças sexualmente transmissíveis. O grande avanço nos transportes possibilita também maior intercâmbio de microorganismos e de seus transmissores, como os insetos que transmitem dengue e malária. A construção de represas vem sendo associada ao aumento de casos de esquistossomose e a surtos de febre do vale do Rift. O crescimento populacional, associado a um processo de urbanização descontrolada, contribuiu para a disseminação da dengue e da cólera. Alterações no clima parecem ter sido responsáveis por surtos de síndrome pulmonar por hantavírus.
As doenças emergentes mostram a necessidade de um esforço mundial para o desenvolvimento de sistemas eficazes de vigilância epidemiológica e difusão de informações, reforço da infra-estrutura de saúde pública, investimento em pesquisa em doenças transmissíveis e maior intercâmbio entre os países, porque os microorganismos não respeitam fronteiras.
Malária, doença humana e também das aves e macacos, causada pela infecção por um protozoário do gênero Plasmodium e caracterizada por calafrios e febre intermitente. A transmissão dos microorganismos responsáveis pela malária humana se dá pela picada do mosquito anófele, isto é, que pertence ao gênero Anopheles. A doença ocorre principalmente nas regiões tropicais e subtropicais, em cujas áreas úmidas ou pantanosas infestadas pelo mosquito torna-se endêmica. Durante o período de incubação, os protozoários crescem dentro das células hepáticas. Poucos dias antes da primeira crise, os microorganismos invadem as hemácias, que são destruídas durante o processo de desenvolvimento do plasmódio, provocando as crises febris típicas da moléstia.
É um sério problema de saúde pública na África, Ásia, Pacífico Sul, América Central e América do Sul, incluindo o Brasil, que tem 85% de seu território infestados pelo mosquito transmissor.
Conforme o tipo de protozoário, a febre se apresenta sob a forma terçã maligna (causada pelo Plasmodium falciparum), terçã benigna (causada pelo P. vivax), quartã (causada pelo P. malariae) e oval (causada pelo P. ovale). Este último inexiste no Brasil. A forma mais grave é a terçã maligna, que, além das febres e calafrios provocados pelas demais, causa também icterícia, transtornos de coagulação do sangue, choque, insuficiência renal, encefalite e coma, podendo levar à morte. Nas zonas endêmicas, são comuns os casos de infecções mistas. A doença também pode ser transmitida por seringas ou por transfusão de sangue contaminado.
Os adultos que vivem nas zonas endêmicas tendem a tornar-se resistentes à infecção, daí porque os grupos mais afetados costumam ser as crianças e os jovens. Mas, no Brasil, na década de 1970, a abertura de frentes de colonização na Amazônia expôs à infecção grandes parcelas de população não imune. Eram migrantes de estados do Sul do país, onde não se encontra o mosquito anófele, que seguiram para o Centro-oeste e para Rondônia.


Carlos Chagas
A descoberta da doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, repercutiu nos meios científicos do Brasil e do exterior, valendo vários prêmios e distinções ao cientista Carlos Chagas, que descreveu todos os aspectos da doença, cujo ciclo evolutivo depende do homem e de um inseto hematófago vulgarmente conhecido como barbeiro.
Chagas, Carlos (1879-1934), médico e sanitarista brasileiro, famoso pela descoberta da doença que leva o seu nome e pela erradicação da malária por meio de inseticidas. Carlos Ribeiro Justiniano das Chagas nasceu em Oliveira, Minas Gerais, em 9 de julho de 1879. Diplomou-se em medicina no Rio de Janeiro, em 1903. Um ano antes ingressou no Instituto Soroterápico de Manguinhos (atual Fundação Oswaldo Cruz), onde, a partir de 1917, assumiu a direção em substituição ao mestre e amigo Oswaldo Cruz.
Em 1905, a convite da Companhia Docas de Santos, organizou e chefiou uma campanha profilática contra a malária. Formulou a teoria domiciliar de transmissão, segundo a qual seria possível erradicar a moléstia com o uso de inseticida. Em 1909, quando chefiava uma comissão encarregada do combate à malária, iniciada em 1907, em Minas Gerais, descobriu o protozoário flagelado causador da tripanossomíase americana, ao qual deu o nome de Trypanosoma cruzi, em homenagem a Oswaldo Cruz. Seu estudo dessa moléstia, que ficou conhecida mundialmente como doença de Chagas, foi o mais completo já realizado por um único pesquisador e compreendeu todos os aspectos da doença: anatomia patológica, epidemiologia, etiologia, formas clínicas e meio de transmissão.
Em 1910, assumiu uma cadeira especialmente criada para ele na Academia Nacional de Medicina. Em 1912, um júri internacional lhe outorgou o prêmio Schaudinn, concedido à melhor pesquisa sobre protozoologia e microbiologia. Em 1913, seu nome foi encaminhado pelo parasitologista Pirajá da Silva ao Instituto Karolinska, da Suécia, encarregado da atribuição do Nobel. Em 1918, chefiou no Rio de Janeiro a campanha contra a epidemia de gripe espanhola, que provocou a morte de 18 mil pessoas na cidade e de 300 mil pessoas em todo o Brasil. Em 1925, recebeu o prêmio Kummel (medalha de ouro) concedido pela Universidade de Hamburgo. Recebeu o título Magister honoris causa das universidades de Paris e Harvard. Em 1925, foi indicado professor de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Seus filhos Carlos Chagas Filho e Evandro Chagas (1905-1940) também se dedicaram à carreira científica.
Carlos Chagas morreu na cidade do Rio de Janeiro, em 8 de novembro de 1934.
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Instruções para o Trabalho

I. Analise os textos apresentados, e a partir das informações pesquise mais sobre o assunto e construa duas produções gráficas.

Folheto Informativo sobre Fitomedicamentos.

1° - Faça a capa do folheto usando uma frase que chame atenção para o assunto e insira figuras alusivas ao assunto
2° - Escreva o texto introdutório diferenciando e esclarecendo as diferenças entre fitomedicamentos e homeopatia.
3° - Pesquise cinco fitomedicamentos e disponibilize no folheto as informações básicas sobre cada um deles, o nome do principio ativo, a origem, o uso terapêutico, e as informações do laboratório sobre as recomendações de efeito colateral.
4° - Registre as palavras de cunho técnico e construa um glossário explicando o significado das palavras, por exemplo náuseas, prurido e outras.

Cartaz sobre prevenção de dengue e Malaria (Publisher)

1° - Pesquise sobre a origem da doença, os meios de contagio e as precauções para se evitar a contaminação.
2° Construa um cartaz orientando a população quantos aos riscos da epidemia da doença e como evitar a proliferação do mosquito transmissor.
Utilize trechos de reportagens sobre o assunto para chamar atenção do leitor, explore figuras, gráficos e tabelas.

Sites relacionados
http://www.ache.com.br/
http://www.sucen.sp.gov.br/doencas/malaria/texto_malaria_pro.htm
http://www.misau.gov.mz/pt/epidemias_endemias/malaria
http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=920